Das muitas teorias que tenho sobre a vida, o universo, e tudo mais, é que com certeza absoluta, seja por força divina ou apenas voyeurismo, tem sempre alguém espiando tudo o que fazemos.
Você pode acreditar em deus, em forças cósmicas, na igreja do macarrão, ou não acreditar em nada, mas já deve, ao menos uma vez ao longo da sua vida ter sentido como se alguém tivesse um poder maior sobre a sua vida, o suficiente pra bagunçar tudo que você acredita.

The Good Place

Em “The Good Place” a história começa com a Kristen Bell, (Veronica Mars, saudades) morrendo e indo pro… digamos… céu. Logo no primeiro episódio você já entende que existe um lugar bom e um lugar ruim, tudo baseado nas suas ações aqui na terra. Acontece que nossa protagonista, Eleanor Shellstrop não merecia nem um pouquinho estar no céu, no paraíso, no bom lugar, sequer no limbo e a história começa a se desenvolver já assim, bem na sua cara.

No decorrer das duas temporadas acontecem diversas surpresas e plot twists e há muito eu não me via rindo de uma série de televisão, com piadinhas prontas e ensaiadas. The Good Place é um respiro no enlatado que virou o mundo das séries.

E indo um pouquinho além, sem entregar muito da série, eu gosto muito de tentar me colocar nas situações que um protagonista passa, e pensar em quais soluções eu poderia dar pra tais problemas e nessa série é batata (desculpem o termo velho e ultrapassado) que você não só vai querer (ou não) se colocar no lugar dela, como vai perceber coisas na sua rotina, no seu dia a dia que te farão pensar: Pronto. Morri e estou no Good Place!

Eu já tinha assistido as duas temporadas quando, em um domingo de preguiça marquei almoço na casa de amigas. Spoiler 1: as duas assistiram as duas temporadas comigo e amaram.

Spoiler 2, parte ruim disso tudo: os próximos episódios de Good Place? Agora só ano que vem. Mas dá pra assistir tudo no Netflix. Então, aproveita!

Assista ao trailer:

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