“Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha Tish (Kiki Layne), uma grávida do Harlem, que luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê.”

Depois da sua estreia com o vencedor do Oscar, Moonlight, o diretor Barry Jenkins está de volta com o longa Se a Rua Beale Falasse, reafirmando seu talento para contar histórias sensíveis e marcantes.

A adaptação de livro homônimo de James Baldwin, conta a história de Tish Rivers  e Fonny Hunt, amigos de infância que ao chegarem na fase adulta começam a namorar, mas tudo muda quando Fonny é acusado injustamente de um crime.

Critica Se a Rua Beale Falasse 1

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É muito bonito de ver a segurança na relação deles, em meio a uma sociedade racista e preconceituosa. No meio de todo o caos é possível sentir a esperança no ar quando o foco é seu amor.

No decorrer do filme, podemos ver diversas situações desconfortáveis (um verdadeiro tapa na cara de uma sociedade racista), mas também vemos que existem sim, pessoas boas que enxergam muito além da pele, o que traz um pequeno conforto, tanto para os espectadores, quanto para as personagens.

Se a Rua Beale Falasse é pura poesia, do começo ao fim. O filme está concorrendo a três categorias do Oscar, Melhor Roteiro Adaptado (Barry Jenkins), Melhor Atriz Coadjuvante (Regina King) e Melhor Trilha Sonora (Nicholas Britell).

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SE A RUA BEALE FALASSE, chega aos cinemas do Brasil no dia 7 de fevereiro pela Sony Pictures.

Ficha técnica

Ano: 2018
Classificação: 14 anos
Duração: 1h59 min
Direção: Barry Jenkins
Roteiro: Barry Jenkins
Elenco: KiKi Layne, Stephan James, Regina King e Colman Domingo
Fotografia: James Laxton
Produtores: Chelsea Barnard, Mark Ceryak, Megan Ellison e Sarah Esberg
Música: Nicholas Britell

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